"Eu subjetivo na objetividade social"
E em meio à multidão mundana
Valores e costumes da tribo urbana
A embriaguez da noite entorpecente
Segrega aquele que é diferente
Se não se busca a superfície igualitária
Desejando uma profundidade que soa imaginária
Você não está dentro e observa de fora
Subitamente tende-se a querer ir embora
Ter um tempo diferente na era global
É como um extraterrestre fora de seu habitat natural
Enquanto devia-se valorizar a essência
Nada vale mais do que se ter experiência
Experiência essa que é decorrente
De uma juventude modista e emergente
Geradora de angústia e dilema
Intrinsecamente passa-se a ter um problema:
Ser mais um membro do ideal
Ou esperar por algo quase surreal?
Pois guardar-se para o amor
Pensando na unidade e no valor
Já apresenta uma aparente extinção
Daqueles que gostariam apenas de seguir o coração.
COSTA, B. V (jan/2011)