quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

"Amigos Construtores"


E o vento para longe levou
Toda tristeza que outrora deixou
Nuvens que ora encobrem a luminosidade
Ora partem também, deixando claridade
Mas a vida é mais ou menos assim
Dias de luz e dias de breu
Não é fácil para você, nem para mim
Há planos além, cada um tem o seu
Convém ter fé, amor e amigos
Para todos os momentos de perigo
Convém ter amigos, amor e fé
Para juntos permanecerem em pé
Convém ter amigos todos os dias
Para compartilharem suas alegrias
Aqui entre meus valores e minhas idéias
Não há espaço para as platéias
Aplausos e lágrimas diante do final
Nem sempre condizem com processo real
Por isso perto de mim só amigos produtores
Aqueles que participam como construtores
Se faltarem tijolos e sobrar areia
Não importa! A construção é nossa e não alheia.
 
COSTA, B.V (dezembro/2012)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Anderson - 5 ano A

ANDERSON diz:
Olha o poema que eu fiz para vc
QUANDO TE CONHECI NAO QUERIA TE CONHECER AGORA QUE TE CONHEÇO NAO QUERO TE ESQUECER...

Querido Anderson,
você é um aluno especial!
sentirei saudades!!!!
Prof. Bruna

sábado, 26 de novembro de 2011

Um brinde...

Há momentos traduzidos em calmaria
Já outros são mais intensos e profundos
Mas, ambos trazem contribuições eu diria
Mesmo que decorrentes de distintos mundos
Às vezes não entendemos o desamarrar de um laço
Que desencadeia fatos e dores em efeito dominó
Entretanto, caminhos e rotas também se perdem no espaço
E não podemos acreditar que tudo se foi, virando pó
Ficam as lembranças e as passagens verdadeiras
Que ora são felizes, ora doloridas, mas tão logo superadas
Levando-nos as nossas construções mais inteiras
Com força, fé e sabedoria iniciamos nova caminhada
Acredito que a trilha da vida seja essa: com alguns desvios e muitas retas
Destinos e desfechos alegres ou nem tanto. Sim, várias surpresas.
Por isso, é preciso sempre estar pronto e com a “espinha ereta”
Jamais perder a crença. Brindamos então, ao sol, à vida e às suas belezas.

COSTA, B.V (novembro, 2011)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Centro no eu"


Demorei certo tempo para centro ser eu
Longe de egoísmo e daquilo que soa vaidade
Retomei importante objetivo único e meu
Realçando e confluindo em uma só identidade

Não duvido das pessoas e nem de suas intenções
Crenças ainda tenho sobre o amor e a eternidade
Apenas não me encantam mais algumas ações
Revelando que já apresento alguma racionalidade

Interesses meus perduram várias noites ou único dia
Podendo ter seu fim em um ímpeto despertar
Ao ver que afinidades são poucas, sinal de minoria
E o que busco tem mais plural do que simples singular

Então, não me proponha discurso mediano
Eu não sou medíocre e tenho bom senso
Não sou menos ou mais do que outro humano
Mas faço dos meus princípios o caminho pelo qual venço
COSTA, B. V (novembro/2011)

sábado, 20 de agosto de 2011

Perseverando...

Propósito de um “eu” em significados
Procura da simplicidade no gesto e na atitude
Alguns caminhos foram e são complicados
Mas incapazes de que a esperança inata mude

Perseverar na crença do êxito em alcance
Seja em qualquer projeção ou plano escolhido
Fazer o melhor, reconhecendo que embora às vezes me canse
Nada daquilo que com "fé plantado, deixará de ser colhido"

Mesmo que se diminua alguma intensidade
É um pouco ou um freio que também soa o bastante
Pois, nada faria por menos ou mudaria essa vontade
De ser feliz, tendo em mente seguir sempre adiante

COSTA, B. V (agosto/2011)

terça-feira, 26 de julho de 2011

"Sentido oculto"

"Sentido oculto"

Busco sempre sentido e significado
Entretanto, tenho andado na contra-mão
Libertei-me do julgamento de certo ou errado
E já não tenho mais única direção

Preocupo-me somente com o que a mim é alheio
Porque de mim sei, por um tempo sentimentos se perderam,
Corro por aí sem rumo e sem freio
Às vontades minhas, protocolos se renderam

Mas há um intranquilo momento
Quando faz por dentro paradoxo meu
Desequilíbrio na consciência e no pensamento
Equilibrando novamente aquilo que sou eu

Se eu preciso disso ou daquilo
Confesso: em verdade eu não sei
Só quero meu coração tranquilo
E caminhar pelos caminhos que trilhei

(COSTA, B. V/ julho-2011)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

"Minha unidade"


"Minha unidade"

A vida hoje me toca com intensidade
Tenho feito tudo aquilo que tenho vontade
Não me sinto mal quando fujo da perfeição
E vejo que meu “eu” não precisa de exatidão

O jeito mais leve de viver meus dias
Entretanto, algum exagero eu confessaria
Potencializa algumas ações no interior
Mas, vejo que o que sou no imperfeito também tem valor

Ser eu mesma sem procurar problemas,
Ou ter aqueles velhos conflitos e dilemas
Pulsa aqui um coração, corre sangue nas artérias e nas veias
Conecto-me ao mundo e às pessoas, ao redor de mim: uma grande teia

Porém, mesclando-se extintos de predador e de presa
Sentidos e sentimentos que me deixam surpresa
Vou vivendo o que tem e tenho no momento
Não quero mais qualquer arrependimento

Se for pra sorrir ou pra chorar
Que eu esteja sempre em primeiro lugar
Ninguém pode ser meio, uma metade
Quando pela primeira vez inteira, sinto minha unidade

COSTA, B. V (jul/2011)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

"Trinta dias"

Se tivesse que definir em poesia ou verso
Trinta dias diferentes que eu vivi
Diria que conspirou o universo
Na velocidade e na distância entre lá e aqui

Deixaram-me sentir o gosto e o desgosto
Daquilo que vivenciei e não vivenciei
Gravando-se em mim um jeito e um rosto
E mais aquilo que inconsciente fixei

Não falo de amores e paixões ao certo
Mas de algo que pela vontade nomearia
Em desejo de seguir mais de perto
Não diferente do toque em alegria

Se escrevo na tempestade sublime
É porque depois dela almejo a fugaz calmaria
Nas palavras internas ou externas nada se reprime
Posso aliviar-me então, seguindo em paz e em harmonia

"Fidelidade ao eu"

As vezes a famosa expressão "viver a vida" não condiz com o "eu" interior...
Lógica e emoção podem caminhar no sentido contrário diante do mesmo contexto...
A superficialidade nos é facilitada e a profundidade almejada dificultada...
E quando nos vemos na superfície, cheia de questões de ego e euforia, parece que de fato você está vivendo a vida...
Entretanto, há um dilema interno. Pois, o viver a vida que você busca é outro. Seu tempo é outro. Seus sentimentos são outros.
Então você se dá conta que o único desconforto é seu mesmo. Afinal, a fidelidade passa a ser consigo mesmo...

"As barreiras e o sentir"

"As barreiras e o sentir"

Transpor, ultrapassar ou superar barreiras, todas são possíveis?
Até chegar a vida adulta achava que para qualquer tipo delas sim
Desde um desafio na escola até os problemas mais temíveis
Era só ser persistente e otimista que cedo ou tarde chegariam ao fim

Talvez o erro: crescer alimentando-me do ideal romântico
De que em prol dos sentimentos para tudo se dá jeito
Letra, poesia, rima, prosa, soneto, ficção ou cântico
Vindos do coração, o desfecho será sempre perfeito

Ignorei as histórias com finais tristes e de dor
Utopia que me ludibriou quando presa na realidade da vida
Vi que nada sobrevive somente com sentimento seja ele qual for
E que há incompatibilidade entre planejamento e acontecimento sem medida

Então descobri que algumas barreiras são maiores, infelizmente
Pois, a possibilidade da superação é inerente a aquele contexto
Não adianta sonhar tendo tantas adversidades no seu presente
Boa fé alguma resolveria com ou sem algum plausível pretexto

Para que escolher o sofrimento no inconformismo do imutável?
Alguns fatos são simplesmente fixos na força do aço
Só ultrapassarei com o sentir aquilo que pelas minhas condições reais se torna ultrapassável
Triste desfecho, o sentimento e o tempo como cicatrizes enrijecerão o coração e afrouxarão o laço

"Irracionalidade do sentir"

Seguindo os protocolos, tempo e repetições
Aos olhos racionais, sem sentido tal realidade
Entretanto, o sentido do sentir é alheio aos padrões
Se há algo encoberto, descoberta é a vontade
Livre das premissas, das opiniões e do compromisso
Pode ser que a sentimos do jeito errado ou certo
Ainda assim, ao sentir me faço um eterno submisso
O hoje se torna conivente, estando longe ou perto
Mas a natureza do amanhã se diz imprevisível
Então me abstenho dos motivos para preocupação
Mesmo que aparentemente seja tamanha e plausível
Na tentativa de adivinhar ou de sofrer por antecipação

quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Renascimento"

Passados tempos tempestivos
Se antes me ancorava na tempestade
Hoje me demoro mais na calmaria
E num paradoxo de tempo
Observo mais o meu eu
E a vontade da vida que ganhei
Contrasta-se com o medo de viver que perdi
Embarco nas minhas vontades
Faço minhas escolhas
E a fortaleza que me contorna grita
Que ninguém pode abalar aquilo que construí
A partir desse momento, no qual renasci...

(COSTA, B.V, jun-2011)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O féu e a doçura

Falaram-me certa vez
Há gente de todo tipo no mundo
Da bondade à estupidez
Do modo limpo ao imundo

Pensava que encontraria apenas o bem
Vinda de berço humilde e bondoso
Mas, deparo-me com os males também
Que vêm a nós de modo doloroso

Triste ver a mediocridade no degrau
Para subirem um, pisam em gente
Afundam os de boa fé de forma brutal
Distanciando mais do contexto decente

Mas certeza tenho aquela
Embora na terra alcança-me alguma tortura
A justiça maior vem singela
Para o mal, féu e para o bom, doçura

COSTA, B. V (abril/2011)

domingo, 3 de abril de 2011

Dilemas de práticas no cotidiano escolar

Dilemas de práticas no cotidiano escolar

por Bruna Varoto, domingo, 3 de abril de 2011 às 04:12
 
Ouvi um dia que se tornam um,
Pessoa- professor, professor- pessoa
Uma identidade, algo em comum,
Agregados em si, navio e proa...

Tenho sim uma certeza na vida
Sei e sinto: amo o que faço
De cima, a crítica de julgamento embutida
De baixo, reconhecimento, carta e abraço

Tal metáfora numa hierarquia
Se expressa direção e alunado,
Se a incompreensão do alto de te desestabilizaria
A compreensão dos menores torna-te capacitado

Indagou-me uma experiente professora:
Não pareces gostar muito do que fazes...
Que decepção para mim aquela educadora
Seus olhos mostraram-se obscuros e incapazes

Pergunto,
O que para ela demonstraria amar a docência
Seriam aulas, posturas, rotinas e atitudes perfeitas?
Para mim se faz contrária essa equivocada advertência,
Triste o desfecho de construções que foram por outros mal feitas...

Amar a docência é comprometer-se com os discentes,
Não privá-los dos seus direitos, ensinar e aprender
Tentamos acertar sempre, mas podemos errar de repente
Pergunto-me novamente,
O significado de controle está assim tão próximo do bem querer?

Sinto-me triste pela leitura de minha prática de forma abrupta e distorcida,
Educação Física escolar não é fila, ordem ou professor controlador
Mas sim, movimento, vivência, jogo, barulho e expressões não reprimidas,
Longe de uma prática modelo, mas perto de uma que tenha algum valor.

É nisso que acredito, práticas que tenham significados...
Desacreditando sempre nas pessoas que fazem do cotidiano escolar
Uma extensão do sistema que nos violenta simbolicamente.

(COSTA, B. V abril, 2011)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

"Os sentimentais"

Não importa o que pensam sobre aqueles que se doam e que vivem uma espécie de sentimentalismo inato.
Não importa que o fim, o meio ou o começo seja mais intenso em sentir do que para os outros. Tanto para bons ou maus desfechos.
Para este grupo sentimental algo pequeno e, aparentemente, sem importância, se torna em um dado momento muito importante, podendo derramar lágrimas que aos olhos de muitos são injustificáveis. Porém, nada se comparara a aquilo que é sentido de bom quando estes sentimentais estão com bons sentimentos dentro do coração.
Ao contrário do que muitos pensam, os sentimentais ou românticos não vivem somente no mundo das idéias ou dos sonhos, ou seja, literalmente, no “mundo da lua”. Reconhecem que o amor não seja algo que se encontre de repente, em uma piscadela de olhos. Sabem que mesmo nas trocas de bons sentimentos entre os pares, o amor pode ou não acontecer. Portanto, o romântico não vive somente em função daquilo que soa de forma muito poética: de uma linda história de amor.
Todos que cruzam seus caminhos e que passam a fazer parte de algo em comum, independentemente da duração, de alguma forma inspiram as constantes buscas em ser feliz e de compartilhar um sentimento bom e verdadeiro.
Sentir-se bem, demonstrar o que se sente, se torna quase que uma sina, grande é a dificuldade em equilibrar aquilo que se pode revelar, pois o romântico ou sentimental perde cada vez mais espaço.
Impera nos dias de hoje que aqueles que menos sofrem são os mais racionais e normais, porém, ignoram que estes são os que menos têm o privilégio de chorar ou rir, deixando falar o coração. Se até mesmo a ciência não explica fielmente esta morada do sentir, então, por que temos a necessidade de entendermos o não entendível?  

“Homenagem à Helen Luz”

“Homenagem à Helen Luz”

Basquete feminino no Brasil tem sua história,
Momentos tristes, mas também felizes e de glória
Gerações que mudam, trilhando suas carreiras
Uma legião de atletas a superar muitas barreiras

Objetivo de ser campeã, de ganhar medalha
De fora assistimos ao jogo: àquela batalha
Mas até chegarem ali, árdua foi a rotina
Treinos, dores, privações: tudo sob a cortina

Porém, aos nossos olhos o brilho na quadra sempre reluz
Hoje é dia de festa e de homenagem à atleta Helen Luz
Não é preciso entender muito, apenas ver os seus feitos
Conquistas de Mundial e Olimpíadas, desfechos perfeitos

O amante do esporte aprecia os guerreiros
Aqueles que se esforçam e lutam, honram os brasileiros
Vencem na vida, mas não perdem suas referências
Coração, família, Deus e boa índole como essências

Assim, fez-se o retrato dessa atleta vitoriosa
Que se despediu das quadras de forma honrosa
Fica aqui, sem métricas, uma poesia de reverência
Para quem juntou seu nome aos de Paula e Hortência

Isso porque o basquete feminino apresenta essas estrelas
Estudar basquete, aprender basquete e lá estamos a revê-las
Certamente Helen Cristina está entre as melhores atletas nacionais
“Luz” que contribuiu, permanece, eternizando-se entre os especiais.

COSTA, B.V (fev 2011)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Eu subjetivo na objetividade social

"Eu subjetivo na objetividade social"

E em meio à multidão mundana
Valores e costumes da tribo urbana
A embriaguez da noite entorpecente
Segrega aquele que é diferente
Se não se busca a superfície igualitária
Desejando uma profundidade que soa imaginária
Você não está dentro e observa de fora
Subitamente tende-se a querer ir embora
Ter um tempo diferente na era global
É como um extraterrestre fora de seu habitat natural
Enquanto devia-se valorizar a essência
Nada vale mais do que se ter experiência
Experiência essa que é decorrente
De uma juventude modista e emergente
Geradora de angústia e dilema
Intrinsecamente passa-se a ter um problema:

Ser mais um membro do ideal
Ou esperar por algo quase surreal?

Pois guardar-se para o amor
Pensando na unidade e no valor
Já apresenta uma aparente extinção
Daqueles que gostariam apenas de seguir o coração.

COSTA, B. V (jan/2011)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Música: "A nossa vida lá fora e aqui dentro"

Por Bruna Varoto da Costa e Patricia Lia Sartori

Eu acordo de manhã
E o seu olhar tão triste
Estamos lado a lado,
Mas o que fazer de fato
Se estou tão cansada
E a nossa vida lá fora
Parece tão diferente
Mas aqui dentro
Eu sinto sempre
A distância que alcança, que cansa meu coração
Como ficar tão longe?
Não dá para ser um amor tão tranquilo
Você chora, mas lá fora, não sobra, não sobra
Eu sei que um dia vai ser tão diferente
Quando estamos lado a lado,
e o lá fora for igual aqui dentro,
Eu sei que quando o amor falar mais alto
Vem correndo para os meus braços,
E eu faço
Ser tão diferente!!!
COSTA, B. V; SARTORI, P.L ( nov /2010)

"Reflexiva visão"

Uma reflexiva visão
Com o mar a minha frente
Penso no ano que foi embora
Que outrora, inspirava-me alguma tristeza
Porém, aquelas infinitas ondas
Que me levavam a desilusão
Devolviam-me a esperança
E como a face de uma criança
Reluzia vida, graça e beleza
Se lágrimas eu perdi por algo já falido,
Oh! Triste desencontro de tempo,
Lentidão nas atitudes, rapidez no coração
Algo modificava esse conturbado momento
E no desastre desastroso do furacão
A leveza e a fé do esperançoso renascimento.

COSTA, B. V (Dez/2010)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Para meu amigo Fabio Tomio: Feliz Aniversário

Palavras para um bom amigo
É sempre algo tocante
Alguém que caminhou comigo
Em contexto de vida marcante

Hoje é um dia especial
Presenteio-te em poesia
Nada à altura do que seria ideal
Para quem me inspira tanta alegria

Fabio, Fabião, Fabuloso
Amigo, companheiro, confidente
Homem íntegro, engraçado e generoso
Em minha vida sempre presente

Fizemos parcerias de união
Lado a lado compartilhando o cotidiano
Não há defeitos nesse coração
Exceto que não és corintiano

Brincadeira essa que não podia faltar
No seu presente de aniversário
Querido são paulino sempre a respeitar
Nunca serás meu adversário

Faço essa homenagem em versos de amizade
Para esse amante do futebol e da vida
Que por onde andas leva simpatia e verdade
Constituindo-se inteiro uma pessoa querida

COSTA, B.V (jan/2011)

domingo, 16 de janeiro de 2011

" Insano Convite"

" Insano convite"

Posso ganhar o mundo
Seguir em frente...
Mas, há um abismo profundo
E uma idéia em mente...

O tempo é agora
O amanhã ninguém sabe
Sentimento que não foi embora
E resistência não cabe

Não tenho a experiência exigida
A maturidade desejada
Grandes acontecimentos na vida
E a atitude que é esperada...

Mas, poderia haver uma chance
Para essa história meio diferente
Que talvez alcance
Um desfecho mais contente

Mesmo que se viva na lua
Há realidade, algo grande e verdadeiro
De quem sempre esteve na sua
Como um tiro certeiro

Chamar-te-ia comigo
Mais uma vez para um trajeto
Pois, não é tão grande o perigo
De percorrermos lado a lado, perto

Porém, seria um insano convite
Para quem me repete a toda hora
Sempre com o mesmo palpite
Momentos diferentes, não quero isso agora.

COSTA, B.V (Outubro/2010)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

"Pensamentos" (participação de Erick Rolf)

"Pensamentos"

Olhando o mar penso na vida,
Desejando um ano diferente desse
Não quero uma esperança perdida,
Mas sim alguém que me entendesse
Que sentisse um sentimento diferente
Algo verdadeiro e sempre presente

Bruna Varoto e Erick Rolf
(Dez/2010)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"CONSOLO"

" CONSOLO"

SE EU PUDESSE, TE ABRACARIA.
COM UM ABRACO DE ESPERANCA.
SE TIVESSE O PODER DE MAGIA.
ISSO SERIA APENAS UMA LEMBRANCA.
FICANDO PARA TRAZ UM DIFICIL MOMENTO
DANDO-TE ALEGRIA EM SENTIMENTO...

"TEMPORALIDADE DO TEMPO"

"TEMPORALIDADE DO TEMPO"

TEMPESTADE QUE CAI SEM PARADA.
PENSO COMO AS OPORTUNIDADES SAO IMPENSADAS.
E O TEMPO QUE MUDA A CADA INSTANTE.
TUDO É TAO INCOSTANTE.
 MAS, INSTIGANTE É O ENIGMATICO DESCONHECIDO.
MAIS DESEJADO QUANDO QUASE PROIBIDO...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

" Transição"

"Transição"

A vida é mesmo surpreendente
Um dia se ama em outro não mais
Desfechos que não se entendem conscientemente
Quando entendidos já são superficiais

Então por um tenso instante
Desacredita-se de todos e do mundo
Culpa-se pelo fracasso frustrante
Incapaz de fugir do imenso profundo

Porém, o que se acredita não é real
Nada poderia ser tão destruidor
Nada poderia ser tão fatal
Quanto à desilusão de um amor

Mas, o que nem o tempo remedia:
Uma memória que não se apaga
O coração modifica e alivia
E tão abstrata a esperança propaga.

COSTA, B. V (01/2011)
Participação: Erick Rolf