sábado, 29 de janeiro de 2011

Eu subjetivo na objetividade social

"Eu subjetivo na objetividade social"

E em meio à multidão mundana
Valores e costumes da tribo urbana
A embriaguez da noite entorpecente
Segrega aquele que é diferente
Se não se busca a superfície igualitária
Desejando uma profundidade que soa imaginária
Você não está dentro e observa de fora
Subitamente tende-se a querer ir embora
Ter um tempo diferente na era global
É como um extraterrestre fora de seu habitat natural
Enquanto devia-se valorizar a essência
Nada vale mais do que se ter experiência
Experiência essa que é decorrente
De uma juventude modista e emergente
Geradora de angústia e dilema
Intrinsecamente passa-se a ter um problema:

Ser mais um membro do ideal
Ou esperar por algo quase surreal?

Pois guardar-se para o amor
Pensando na unidade e no valor
Já apresenta uma aparente extinção
Daqueles que gostariam apenas de seguir o coração.

COSTA, B. V (jan/2011)

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